Política

PESQUISA DO INSTITUTO IDPS APONTA EMÍLIA CORRÊA NA LIDERANÇA PELA DISPUTA AO GOVERNO DE SERGIPE NA CAPITAL

Uma pesquisa do Instituto IDPS Pesquisas e Serviços revelou um novo cenário da corrida pelo Governo de Sergipe entre os eleitores da capital. O levantamento comparou os cenários envolvendo as chapas Emília Corrêa e Adailton de Valmir de Francisquinho, e Fábio Mitidieri e Jefferson Andrade, e apontou a prefeita de Aracaju, Emília Corrêa (Podemos), na liderança com 37,9% das intenções de voto, contra 32,2% de Fábio Mitidieri (PSD).

Apesar da relevância dos dados e do rigor metodológico da pesquisa, a grande mídia sergipana não repercutiu os resultados, o que levanta questionamentos sobre o silêncio editorial diante de informações oficiais de evidente interesse público.

Os números também mostram diferentes recortes territoriais e sociais da disputa. Emília Corrêa apresenta melhor desempenho em bairros de perfil popular, ultrapassando 45% em comunidades como Atalaia (48,4%), 18 do Forte (45,5%), Japãozinho (49,3%) e José Conrado de Araújo (49,4%).
Já a chapa de Fábio Mitidieri obtém índices mais altos em regiões de classe média, como Coroa do Meio (50,2%), Aeroporto (41,5%), América (41,1%), Centro (48%) e Jardins (46,8%).

Além das intenções de voto, o IDPS avaliou a percepção da população sobre a atual gestão municipal. Segundo o levantamento, 59,9% dos aracajuanos aprovam a administração de Emília Corrêa, 16,5% desaprovam e 23,6% não souberam ou não opinaram — números que consolidam uma aprovação sólida e estável da prefeita na capital.

O estudo foi realizado entre os dias 25 e 28 de setembro de 2025, com 1.126 entrevistas presenciais distribuídas por diversos bairros de Aracaju. A margem de erro é de 2,92 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Mais do que confirmar a liderança de Emília Corrêa, a pesquisa evidencia a força eleitoral da prefeita e, ao mesmo tempo, expõe um problema recorrente: a seletividade da cobertura política na imprensa local. O tratamento desigual dado a levantamentos eleitorais de diferentes grupos políticos revela um descompasso entre o interesse público e a narrativa midiática dominante.

Fonte: Regional SE

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