Vereador Ricardo Vasconcelos Critica Porta-Voz da Prefeitura de Aracaju e Repudia Tentativas de Descredibilização


O vereador Ricardo Vasconcelos fez duras críticas ao porta-voz da Prefeitura de Aracaju, durante pronunciamento na Câmara Municipal, e repudiou veementemente o que classificou como uma postura “desproporcional, descabida e desrespeitosa” por parte da comunicação do executivo municipal.
Segundo o parlamentar, o papel da comunicação da prefeitura deve ser a defesa institucional da gestão, promovendo os avanços e respondendo de forma equilibrada às demandas, e não atacando ou tentando desqualificar o trabalho legítimo realizado pelos vereadores.
“É natural que a comunicação da prefeitura defenda a gestão, isso faz parte do processo. Agora, o que não pode acontecer — e não vamos aceitar — é uma reação desproporcional, descabida, que tenta descredibilizar o trabalho que nós, vereadores, estamos fazendo em prol da população. Levanta a cabeça, cuida para mudar o que precisa ser mudado, porque apontar os problemas é papel nosso” — afirmou Ricardo Vasconcelos.
O vereador também foi enfático ao defender a prefeita Emília, deixando claro que não aceitará qualquer tentativa de atingi-la através de estratégias que tentam deslegitimar o debate público.
“O que não aceitaremos, de forma alguma, é qualquer tipo de tentativa de descredibilizar não só o trabalho dos vereadores, mas também da prefeita Emília. Isso tem ocorrido sistematicamente por parte do porta-voz da prefeitura. Toda vez que os vereadores fazem uma cobrança legítima, a reação vem de forma totalmente desproporcional, como se não houvesse espaço para o diálogo democrático” — destacou.
Ricardo Vasconcelos reforçou que continuará exercendo seu mandato com independência, responsabilidade e compromisso com a população aracajuana, sempre fiscalizando, cobrando e apontando caminhos para que os problemas sejam resolvidos.
“Não vamos nos calar. Seguiremos firmes no nosso dever de fiscalizar, propor e cobrar. É assim que se constrói uma cidade melhor, com respeito, responsabilidade e diálogo” — finalizou.