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VALDEMAR COSTA NETO ADMITE PLANEJAMENTO DE GOLPE, MAS NEGA CRIME E CHAMA 8 DE JANEIRO DE “BAGUNÇA”

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, admitiu neste sábado (13/9) que “houve um planejamento de golpe” no Brasil, mas negou que o movimento tenha configurado crime. As declarações foram dadas durante participação em um painel no Rocas Festival, evento de luxo do setor equino realizado em Itu, no interior paulista, conforme publicou o Metrópoles.

Segundo o dirigente do partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, a lei brasileira só considera crime quando há tentativa de execução.

“Houve um planejamento de golpe, mas nunca teve o golpe efetivamente. No Brasil, a lei diz o seguinte: se você planejar um assassinato, mas não fez nada, não tentou, não é crime. O golpe não foi crime”, afirmou.

Valdemar minimizou os atos de 8 de janeiro de 2023, chamando-os de “bagunça” e ironizando a interpretação do Supremo Tribunal Federal (STF).

“O grande problema nosso é que teve aquela bagunça no 8 de Janeiro e o Supremo diz que aquilo foi golpe. Olha só, que absurdo: camarada com pedaço de pau, um bando de pé de chinelo quebrando lá na frente e eles falam que aquilo é golpe”, disse.

Em tom polêmico, ele ainda chegou a acusar o PT de organizar os atos.

O painel contou também com a presença do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, e foi mediado pelo deputado estadual bolsonarista Tomé Abduch (Republicanos).

Durante o encontro, Valdemar defendeu o projeto de anistia e projetou o objetivo da direita para as eleições de 2026: conquistar maioria no Senado. Ele estimou que o campo político deve eleger no mínimo 45 senadores.

Fonte: Metrópoles

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